Entre selvas de pedra e palavras amargas
Procrastinações e discursos para a massa
Minha alma se perdeu
Já não há muito daquele que sonhava
Que sorria e se deliciava
Com a ideia de um mundo perfeito
Já não há muito daquele que se revoltava, irado,
Com a injustiça e o sofrimento programados
Com a pobreza e o sofrimento alheios
Agora sou um espírito sem finalidade
Um apático que observa estático o fluir do mundo
Eu sou eu próprio sem meu próprio eu
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