quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Amor

Existirá nesse mundo alguma forma realmente exata de descrever o amor? Não aquele amo de novela-estereotipado e morto, utópico e sem graça. Falo do amor-real, do sentimento vivo, da imagem onipresente da pessoa amada em nossas mentes. Falo daquela ânsia que passa pelo peito se já não vemos a pessoa amada há algum tempo-e também daquela sensação de prazer e alívio que surge quando finalmente a reencontramos. Falo das noites em branco imaginando encontros, beijos e abraços, conversas e carinhos. Falo daquela sensação inestimável de estar junto com esse ser que desperta em nós as mais profundas sensações.

 O amor-real é ardente, e não nos deixa em paz; Insiste em nos fazer lembrar quando tentamos esquecer, em nos interromper quando tentamos nos concentrar, em nos fazer sonhar quando tentamos viver. Mas o amor é vida! É viver intensamente as loucuras da paixão, apostar sem garantia de retorno a correspondência de sentimentos, entregar ao outro as chaves do coração.

 Talvez ninguém nunca consiga explicar perfeitamente o amor, mas isso não importa, pois o amor está dentro de cada um de nós, apenas aguardando ansiosamente a vinda da pessoa que o despertará.

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